Estonianos no Brasil
Esta fotografia é de Olga Ilings quando solteira, mas acreditamos que ela já veio para cá casada, então o nome dela seria Olga Sigus ou Sigur (não sabemos ao certo se com s ou r )
Essa foto foi tirada aqui no Brasil e é provavelmente dos anos 50.
“Não temos mais nenhuma informação a respeito dela, já tentei no Memorial do Imigrante sem sucesso, agora estou torcendo que alguém da comunidade estoniana a reconheça e possa informar se ela constituiu família aqui.”
Qualquer informação pode ser enviada para Isabella Bezerra, no seguinte e-mail: issy25@hotmail.com

Família Mitt reunida, em Curitiba, para comemorar o aniversário da Gerta Mitt, em 11.04.2011.
Parabéns, Gerta! Vc é muito preciosa p/ Deus. Vc soube usar os” Dons” e “Talentos” que Deus lhe deu como Missionária Itinerante e como uma boa Profissional da Saúde e além de escritora.
Que Deus continue lhe abençoando ricamente. Leonora Palkov.
Meu nome é ELIANA MINCOV MENEZES,
sou neta de estonianos,meu avô foi pastor da Igreja Batista Estoniana em São Paulo.
Desde muito cedo frequentamos os cultos, mesmo sem entender a língua.
E íamos principalmente em datas importantes como o Natal, Páscoa, etc.
Aprendemos a cantar alguns hinos em estoniano.
Mesmo nascendo num lar evangélico, eu me converti aos 15 anos em uma Igreja Batista que abriu em frente a minha casa.
Fiz o Seminário Bíblico Palavra da Vida.
Me casei, em 89, com Silvio Menezes, e tivemos dois filhos: Larissa(18 anos) e Willian(17 anos).
Sempre tivemos muito envolvimento nas igrejas onde participamos e no ano de 2001 começamos um ministério chamado RESTAURAÇÃO E VIDA.
Uma igreja voltada para a restauração das famílas, pois a área que o inimigo mais tem destruído é a família, trazendo discórdia e fazendo com que o divórcio seja a porta mais fácil a ser usada.
Começamos esta obra em Salvador/ Bahia, formamos muitos líderes, mas principalmente restauramos muitos lares destruídos!
Esse é o nosso chamado:
fazer com que as pessoas conheçam a Jesus como Senhor,sejam transformadas pelo Espírito Santo e
vivam a vida abundante!!
Atualmente residimos no Rio de Janeiro,
onde pastoreamos uma igreja em Jacarepaguá
Missionária Itinerante
Lembro-me, com muita gratidão a Deus, o tempo em que eu era Missionária
Itinerante, no Estado do Paraná.
Em 1950, depois de terminar o Curso de Educação Religiosa, no Rio de Janeiro, recebi um convite para trabalhar no centro e no litoral do Paraná. Naquela época, muitos Estados brasileiros tinham Missionários Itinerantes,bem como, na equipe da Convenção Batista Estadual para ajudarem Igrejas e pequenas Congregações do interior.
Havia bons livros a disposição das Igrejas, bem como, livros próprios para diversos departamento da Igreja, como por exemplo, EBD – Escola Bíblica Dominical, Mocidade ( União da Mocidade ), e Sociedade de Senhoras, etc.
Estes departamentos tinham um livro importante denominado “Manual”, que dava orientações minuciosas sobre o funcionamento desses departamentos. O estudo desses “Manuais” dava direito a Diplomas, os demais livros estudados dava direito a Selos, que eram colados no Diploma. O estudo dos livros eram feitos a noite, na Igreja, como eu fiz, e com a participação de toda a Igreja. Não Havia TV para atrapalhar.
O trabalho com as crianças fazia à tarde, como uma E.B.F. ( Escola Bíblica de Férias ). Tínhamos um vasto material ilustrado, para todas as ocasiões. As crianças vibravam coma histórias e cânticos ilustrados e, no dia seguinte, elas lembravam com detalhes das histórias e dos nomes dos personagens. Ficava maravilhada como elas conseguiam lembrar de nomes tão difíceis. Creio que Missionária Itinerante, hoje, tem a mesma finalidade, a de ajudar no crescimento das Igrejas e Congregações, tanto na Capital como nas Igrejas do interior do Estado.
Não há mais livros de estudo, mas temos outros recursos. A “APEC” possui bons livros e materiais para quem trabalha com crianças. Vamos colocar em prática o conhecimento adquirido e ajudar a preparar me-
lhor a Liderança das nossas Igrejas e Congregações, através de Cursos e Estudos Bíblicos.
Gerta Mitt – Missionária Itinerante – Paraná
Capelania Hospitalar
Quando me aposentei passei por uma crise horrível, por falta do que fazer, com o meu tempo.
Certo dia, uma senhora convidou-me para visitar doentes no Hospital das Clínicas. Gostei de visitar doentes e de imediato descobri o que fazer: “Capelania Evangélica” do Hospital das Clínicas, como voluntária.
No início, do trabalho voluntário, eu ia com ela. Conheci muitas enfermarias e especialidades médicas, mas identifiquei-me com a Ginecologia e a Maternidade,por ser da minha área profissional, eu era Enfermeira Obstetra, então comecei visitá-las. Lembro-me bem, quando entrei pela primeira vez sozinha em uma enfermaria de Obstetrícia. Elas olharam espantadas para mim, quem é ela? Apresentei-me, rapidamente, e procurei saber o motivo da internação de cada uma e, perguntei: se possuíam Bíblia. Por que? Esta era a condição básica para saber qual a passagem Bíblica mais indicada para aquele momento. Por exemplo, no Novo testamento, há várias histórias apropriadas , que eu lia e fazia um pequeno comentário seguido de oração, de acordo com os problemas apresentados. As passagens Bíblicas mais usadas foram: Histórias que a Bíblica conta sobre mulheres, Jesus acalma a tempestade, o cego de Jericó, Livro de Salmos com versículos de ânimo e conforto e de evangelização. Orava, também, pelos médicos, para que Deus desse a eles sabedoria para o diagnóstico e tratamento das pacientes.
Qual seria o melhor horário para as visitas? Escolhi visitá-las entre 17 h. até 20 h. Eu tinha um roteiro, primeiro visitava a ginecologia, onde havia sempre senhoras operadas e esta era a hora do jantar, as enfermeiras acordavam essas pacientes para para o jantar, e esta era a minha oportunidade. Depois visitava as pacientes da Maternidade, nesse horário também era hora da visita e muitos maridos estavam lá e podiam ouvir sobre o evangelho.
Após uma breve oração, entregava uma Bíblia para quem não possuía e folhetos apropriados para ocasião. Estes folhetos foram elaborados por mim, para serem entregues, especialmente, para as pacientes da maternidade. Os folhetos começam com a história de Moisés, que não tinha a mínima condição de sobrevivência, por ser filho de escravos, mas Deus estava com o menino e com a parteira, que não obedeceu a ordem de matar o menino ao nascer. Assim, o menino cresceu e tornou-se um homem muito importante na Bíblia e o outro folheto era: “Mães” – autora: Temple Bailey.
Ao conversar com as pacientes procurava saber se elas freqüentavam alguma Igreja e quanta surpresa ao saber, que muita gente não participa de nenhuma Igreja. Mesmo assim, elas me abençoavam, quando nos despedíamos.
Realizei este trabalho, como Voluntária da Capelania Evangélica do Hospital das, durante 25 anos. Como tudo tem seu limite, precisei deixar este trabalho uma, por estar com 88 anos e, outra, por ter alguém doente na família. Como não houve quem me substituísse, eu pergunto a você que está lendo este Blog, Você não quer ir ?
Gerta Mitt – Parana
Histórico Conjunto de Bandolins
Em 1991, o Pastor e Maestro Sigvard Leis Ambrosen e sua esposa Ster Ambrosen (falecidos), começaram a convidar pessoas da Igreja para receber aulas de Bandolim, oferecendo os próprios instrumentos por ele fabricados artesanalmente. Foi oficializado na Igreja em 12 de Novembro de 1992 como “ Conjunto de Bandolins”, após a morte do Maestro o Pb. João assumiu o Conjunto, atualmente Irmã Sonia Frausto da IPI Tatuapé, dirije o Conjunto.
A Semente foi plantada e já está produzindo seus frutos. É importante lembrar as palavras do Maestro: “Este conjunto é de Jesus, sendo assim o homem passa, mas a obra continua”.
Hoje temos participantes de diversas igrejas, compromissados com os ensaios semanais.
E os alunos continuam.
Os Músicos: Amália – Eldi – João – Lucas – Oswaldo (Bandolim e Violão) – Rogério –Sônia (Bandola) – Anderson e Camila.
Convidados: Alexandre (violão)- Olga e Ricardo (Irmãos Letos – Bandolins) -Wagner (Cello)
Ruth W. Marinho – Missionária pela Junta de Missões Nacionais
Missionária pela Junta de Missões Nacionais no Pará – Hoje, com 74a, aposentada moro com meu filho, aqui em Altamira, há 37 anos.
Participo da Igreja Batista de Manaim, na periferia da cidade de Altamira, sou a 2ª professora da Escola Bíblica Dominical da classe de Adultos e Promotora de Missões. Faço visitas as irmãs idosas com dificuldade de locomoção. O calor é muito intenso, principalmente, neste ano de 2010. Assim faço estas visitas, no período da manhã. Sou convidada para fazer palestras nas Igrejas, e faço isso com prazer. Como sou Professora de Português, também, dou aula particular e posso testemunhar de Cristo aos meus alunos.
No início do meu trabalho como Missionária tive, algumas vezes, até que ajudar a empurrar ônibus para sair do atoleiro das estradas de Rondônia. E, aqui no Pará, não foi diferente, quando viajava para visitar as Igrejas. Hoje, há Igrejas em diversos lugares da Transamazônica. O que falta, na verdade, são pastores em muitas Igrejas, mas Graças a Deus , muitos irmãos se revezam na direção dos trabalhos da Igreja e suprem as necessidades mais urgentes como, por exemplo, chamam pastores apenas para realizarem batismos, casamentos, etc.
A Vila onde moramos é grande, então solicitamos a Igreja para iniciar um ponto de pregação e isso, já está acontecendo os Cultos são realizados às quintas feiras, às 20:00 horas. Assim, comprei 20 cadeiras para acomodar as pessoas e, no final do Culto ofe- reço um suco bem gelatinho. Nos Cultos usamos parelho de som e mesmo, quem fica em casa ouve a mensagem. Na semana passada tivemos a decisão de um vizinho.
Orem pela cidade de Altamira e pelo Trabalho de Evangelização realizado, aqui.
Ruth W. Marinho – Missionária em Altamira – Pará

